sexta-feira, 9 de julho de 2010

Um dos meus casais de mexiricas vai ter filhotes










segunda-feira, 8 de março de 2010

Vídeos - Mexirica



Casal de mexerica



Fazendo o ninho



Ovos de mexerica antes de eclodirem



Alevinos de mexerica




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Manual de criação de ciclídeos

Achei esse manual na internet e nele contém informações sobre os Mexiricas (Etroplus Maculatus).



Fonte



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Vídeos - Mexirica

Casal de Mexirica








Filhotes de Mexirica







Brigas







Desova






Comunitário



















Alimentação



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Fotos - Mexirica

Seguem algumas fotos tiradas ontem do novo plantado com Mexiricas.




www.flickr.com








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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Característica - Mexirica (Etroplus maculatus)

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Foto por Fábio Marim
Clique na imagem para ampliar

O Mexirica é uma variante artificial do ciclídeo selvagem Etroplus maculatus, da India, que é de cor pálida com listras e manchas negras (é o único gênero de ciclídeo asiático conhecido). São encontrados em rios e lagoas de água salobra.

O nome Mexirica foi dado devido à sua cor que é semelhante à da fruta, podendo variar do amarelo claro até um tom de amarelado bem intenso, quase laranja; em alguns países possui ainda os nomes de Ciclídeo da Índia e "Orange Chromide"(mais), seu nome científico é Etroplus maculatus.

Mexiricas possuem formato ligeiramente oval, com coloração de laranja para amarelo e chegam a ter no máximo 8cm de comprimento.

Necessitam de aquário com o aproximadamente 100 litros, com várias rochas, troncos (para imitar as raízes de mangue e diminuir disputas por território) e areia de coral ou areia para substrato. Se adaptam a água doce, mas isso acaba diminuído sua expectativa de vida não permitindo que sua coloração atinja o amarelo mais intenso, além de, praticamente, acabar com todas as chances de se conseguir êxito em sua reprodução em cativeiro.

Condições:
pH: 8.0 - 9.0
dH: 9 - 19
Temp: 20°C - 25°C

A temperatura deve ser constante, pois esta espécie é sensível a Ictio e outros parasitas.

Mexiricas são ciclideos pacíficos que podem ser mantidos em um tanque comunitário. É aconselhável mantê-los em grupos de seis jovens onde sempre nadarão em cardume com seu amadurecimento formarão casais monogâmicos.

Dimorfismo sexual não é tão óbvio, os machos têm barbatanas dorsais, anal e caudal avermelhadas e geralmente têm cores mais brilhantes.

Sua dieta pode conter alimentos vivos, rações comerciais e vegetais.
Alimentos vivos: Larvas de mosquito, Minhocas, Tubifex, Camarões, Artémia e outros crustáceos.
Rações comerciais: Flocos e granulados.
Vegetais: Alface, espinafre, cenoura, abóbora, etc...

É aconselhável introduzir vegetação no aquário, para formação de esconderijos, porém os Mexiricas introduzem em sua dieta as planas introduzidas no aquário, e para que isso não ocorra é necessário escolher plantas de folhas mais duras e longas.

Plantas que não podem ser utilizadas: Valisnéria, Aponogeton, Samambaia, Criptocorine, Echinodorus quadricostatus, Glossostigma Elatinoides, Eleocharis vivipara, Musgo de java e outras de folhas mole...
Plantas que podem ser utilizadas: Anúbias, Echinodorus, Microsorum e outras de folhas duras...


Sua reprodução com as condições ideais não é difícil. Após a verificar a formação dos casais, é necessário separá-los em outro aquário só para eles. A desova acontecerá em alguma superfície lisa, como uma pedra, e a eclosão varia de 3 a 6 dias, dependendo da temperatura e salinidade da água, é importante observar que quanto mais elevada a temperatura, mais rápida será a eclosão. Após a eclosão os pais levarão os filhotes para algum buraco no substrato, toca em pedras ou troncos, onde se encarregarão de seu cuidado tornando-se agressivos com a presença de outros habitantes do aquário perto do refúgio. O sucesso do desenvolvimento dos alevinos está diretamente ligado à salinidade da água. A livre natação dos alevinos ocorre após uma semana da postura.

A alimentação dos filhotes poderá ser feita através de micro-vermes, náuplios de artêmia, entre outras coisas, sendo que num aquário com densa vegetação, a chance deles se desenvolverem é bem maior devido à oferta de alimento oferecida pela rica micro-biologia.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Mexirica - Etroplus maculatus

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Foto: Alexandre M. Pacci
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Os Barbos Sumatra continuam como um dos meus peixes favoritos, mas ao passar por uma loja aqui em Brasília, vi alguns peixinhos de cor amarelo, forte e vibrante e foi como amor a primeira vista, fui pra casa, pesquisei sobre ele, descobri que adoram comer plantas, e ai veio o grande problema... como conciliar um plantado com peixes com essas caracteristicas...

Pensei bastante e acabei desistindo, mas ao voltar na mesma loja para comprar um peixe para uma amiga, percebi que eles já tinham me conquistado, e a unica coisa que eu poderia fazer era adaptar meu novo plantado para recebê-los.

Hoje eles já estão no meu áquario, no começo ficaram timidos, sua adaptação levou pelo menos uma semana, no início não comiam, mas agora estão bem adaptados e comem de tudo... e pra confirmar o que alguém já deve estar se perguntando... Sim, eles estão comendo minhas plantas... Mas como eu sou persistente, estou testando plantas para que o plantado possa se desenvolver.

Se você é criador dessa espécie e puder me ajudar eu agradeço.
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Manual para produção comercial de Barbos Sumatra

A bastante tempo não posto, e hoje venho compartilhar algo que um amigo me passou a algum tempo.

Tratasse de um manual para produção comercial de Barbos Sumatra, produzido pelo Centro de Agricultura Tropical e Subtropical Aquicultura (CTSA), que é um dos cinco Centros Regionais Aquicultura financiados pelos Estados Unidos.

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