sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Vídeos - Mexirica
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Característica - Mexirica (Etroplus maculatus)
O nome Mexirica foi dado devido à sua cor que é semelhante à da fruta, podendo variar do amarelo claro até um tom de amarelado bem intenso, quase laranja; em alguns países possui ainda os nomes de Ciclídeo da Índia e "Orange Chromide"(mais), seu nome científico é Etroplus maculatus.
Mexiricas possuem formato ligeiramente oval, com coloração de laranja para amarelo e chegam a ter no máximo 8cm de comprimento.
Necessitam de aquário com o aproximadamente 100 litros, com várias rochas, troncos (para imitar as raízes de mangue e diminuir disputas por território) e areia de coral ou areia para substrato. Se adaptam a água doce, mas isso acaba diminuído sua expectativa de vida não permitindo que sua coloração atinja o amarelo mais intenso, além de, praticamente, acabar com todas as chances de se conseguir êxito em sua reprodução em cativeiro.
Condições:
pH: 8.0 - 9.0
dH: 9 - 19
Temp: 20°C - 25°C
A temperatura deve ser constante, pois esta espécie é sensível a Ictio e outros parasitas.
Mexiricas são ciclideos pacíficos que podem ser mantidos em um tanque comunitário. É aconselhável mantê-los em grupos de seis jovens onde sempre nadarão em cardume com seu amadurecimento formarão casais monogâmicos.
Dimorfismo sexual não é tão óbvio, os machos têm barbatanas dorsais, anal e caudal avermelhadas e geralmente têm cores mais brilhantes.
Sua dieta pode conter alimentos vivos, rações comerciais e vegetais.
Alimentos vivos: Larvas de mosquito, Minhocas, Tubifex, Camarões, Artémia e outros crustáceos.
Rações comerciais: Flocos e granulados.
Vegetais: Alface, espinafre, cenoura, abóbora, etc...
É aconselhável introduzir vegetação no aquário, para formação de esconderijos, porém os Mexiricas introduzem em sua dieta as planas introduzidas no aquário, e para que isso não ocorra é necessário escolher plantas de folhas mais duras e longas.
Plantas que não podem ser utilizadas: Valisnéria, Aponogeton, Samambaia, Criptocorine, Echinodorus quadricostatus, Glossostigma Elatinoides, Eleocharis vivipara, Musgo de java e outras de folhas mole...
Plantas que podem ser utilizadas: Anúbias, Echinodorus, Microsorum e outras de folhas duras...
Sua reprodução com as condições ideais não é difícil. Após a verificar a formação dos casais, é necessário separá-los em outro aquário só para eles. A desova acontecerá em alguma superfície lisa, como uma pedra, e a eclosão varia de 3 a 6 dias, dependendo da temperatura e salinidade da água, é importante observar que quanto mais elevada a temperatura, mais rápida será a eclosão. Após a eclosão os pais levarão os filhotes para algum buraco no substrato, toca em pedras ou troncos, onde se encarregarão de seu cuidado tornando-se agressivos com a presença de outros habitantes do aquário perto do refúgio. O sucesso do desenvolvimento dos alevinos está diretamente ligado à salinidade da água. A livre natação dos alevinos ocorre após uma semana da postura.
A alimentação dos filhotes poderá ser feita através de micro-vermes, náuplios de artêmia, entre outras coisas, sendo que num aquário com densa vegetação, a chance deles se desenvolverem é bem maior devido à oferta de alimento oferecida pela rica micro-biologia.
Aquahobby
Aquaonline
Aquariumlife
Fishbase
Tropical fish keeping
Relatos de Criadores:
Aquahobby
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Mexirica - Etroplus maculatus
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
LowTech e Sumatras - (5º Lugar no CBAP)
Dentre muitos tropeços e alguns acertos, consegui atingir um dos objetivos, que era participar do principal concurso de Aqua-Paisagismo do país, e mesmo faltando experiência atingi o 5º lugar.
Estou muito feliz pois quem acompanhou esse aquário de perto, sabe que ele quase não chegou ao final.
Não posso deixar de agradecer aos amigos, Erivaldo Casado pelo incentivo diário, pelas dicas, pelas fotos finais, e principalmente pela paciência com um hobista inexperiente. E ao amigo Leandro, que me recebeu muito bem em sua casa e me cedeu a maioria das plantas a um preço simbólico, provavelmente não teria como comprar a quantidade de plantas necessária para esse layout. Tenho que agradecer também ao amigo Lourenço que fez meu aquário e me indicou o Leandro para convesar sobre o hobby e comprar plantas.
23/03
06/04
25/06
Categoria Plantados
53 Inscritos
| Class | Nome | nº | nota |
| 1º | 50 | 9,68 | |
| 2º | 51 | 9,63 | |
| 3º | 10 | 9,58 | |
| 4º | 52 | 9,55 | |
| 5º | 67 | 8,89 | |
| 6º | 54 | 8,64 | |
| 7º | 02 | 8,58 | |
| 8º | 61 | 8,55 | |
| 9º | 91 | 8,50 | |
| 10º | 09 | 8,28 | |
| 10º | 80 | 8,28 |
Fonte: http://www.aquaonline.com.br/cbap/
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
VÍDEO: Puntius Tetrazona
Por isso, se você colocar peixes menores e de personalidade mais fraca como o NEON, junto com eles, provavelmente os NEONs se não morrerem por perseguição morrerão por não conseguirem comer, já que não sobra nada.
Fonte: youtube
domingo, 31 de agosto de 2008
1º Curso de Aquarismo Profissional no DF (by - Cat Tv aquários)
Ontem, a Cat Tv Aquários realizou o 1º curso de aquarismo profissional em Brasília.
Na primeira parte do curso,Sérgio Gomes, ministrou palestra sobre o tema: "Tendências do aquarismo Moderno".
Na segunda parte do curso, William Sugai, ministrou sobre o tema "Acará Disco"
Na terceira parte do curso, André Longarço e Luca Galarraga, ministraram sobre o tema: "Teoria e Workshop em aquapaisagismo".
O objetivo do curso era oferecer as pessoas que já tem a base do aquarismo, um curso profissional onde todos tivessem na pratica a montagem de um aquário plantado, tirar duvidas referente ao peixe Acará Disco e observar as tendências no mercado mundial.
Confesso que só tirei fotos na terceira parte do curso, as fotos saíram desfocadas outras tive que tira pela imagem do projetor, mas acho que dá para visualizar.
domingo, 10 de agosto de 2008
Parotocinclus Spilosoma

Clasificación:
Orden: Siluriformes.
Familia: Loricariidae. (Loricáridos).
Subfamilia: Hypoptomatinae.
Sinônimos: Cascudo anão, Cascudinho de Pinta Dourada.
Habitat: Locais com corrente media, com vegetacão aquática ciliar e fundos rochosos.
Origem: Nordeste do Brasil, Estado da Paraíba.
Forma: Possuem nadadeira adiposa, Isso permite diferenciá-los de outros loricárodos, como Otocinclus. Corpo plano no ventre, e boca na posição de sucção para baixo. Esta espécie é muito similar na aparência exterior Parotocinclus haroldoi, mas p. spilosoma muitas vezes falta pontos nas asas, embora esse recurso seja variável. A única maneira confiável para diferenciar as duas espécies é de olhar para as suas barrigas: P. haroldoi é coberta com pequenas placas ósseas, e os p. spilosoma não as tem.
Cores: Corpo marrom muito escuro, quase preto, com vários pintas irregulares na cor dourado.
O corpo escuro é bastante variável, dependendo principalmente meio ambiente, e também o seu estado de espírito. As vezes, é possível observar com coloração muito pálida, deixando pouco visível as pintas douradas.
As barbatanas têm a mesma cor, as membranas são muito claras, quase transparente, especialmente na nadadeira dorsal.
Dimensões: Entre 5 e 6 cm.
Comportamento: Pacífico
ph: 5,8 a 7,5
temperatura: 22º - 28º C
dH: 5º - 20º
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Barbos Sumatra x Cores
Barbo Sumatra COMUM
Clique na imagem para ampliar
Barbo Sumatra LISTRA CURTA
Ainda não identifiquei esta variedade
Barbo Sumatra ALBINO
Barbo Sumatra na cor VERDE ESMERALDA
Fontes:
Fotos Barbo Comum
Fotos Barbo Barbatana Longa
Fotos Barbo Listra curta
Fotos Barbo Albino
Fotos Barbo Verde Metálico
Fotos Barbo Verde Esmeralda
Fotos Barbo Rosa
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domingo, 13 de julho de 2008
Atualizei o post sobre as caracteristicas do Barbo Sumatra.
- Algumas coisas que achei relevante sobre minha esperiência como os barbos sumatra.
- Link para fotos de outros aquaristas que utilizaram barbos em suas montagens.
- Link para vídeos do Youtube onde aparecem Barbos nadando, comendo brigando, etc...
- Link para um site com descrições do seu habitat natural.
Tenho um amigo que gostaria de estimar a idade dos seus barbos, se alguém souber como, me avise.
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
MUSGO - morte e ressurreição
Abaixo relatarei tudo que lebro destes últimos dois meses.
Logo, depois de ter praticamente desmontado o layout para retirar o substrato, coloquei as pedras com musgo em outro aquário para que o musgo se desenvolvessem sem a interferencia dos peixes. Passado mais ou menos 2 semanas já dava para perceber que o musgo estava se desenvolvendo bem no outro aquário, dai vem a parte chata da história, como eu fiquei com preguiça de tampar esse aquário com tela de mosqueteiro (tule), logo reparei que larvas de mosquito estavam se proliferando, então comprei a tela o tule e fiz uma espécie de tela para que os mosquitos que por ventura viessem a ganhar assas não pudessem sair e consequentemente morrer...
Bom, mas isso estava acontecendo na época do surto de dengue no Rio de Janeiro, logo, quando minha irmã viu os mosquitinhos voando dentro do aquário ficou histérica, chegava a imaginar os mosquito picando ela, até ai tudo bem né... mas isso contagiou minha mãe que ficava me enxendo o saco... mas eu dizia que os mosquitos estavam presos e que iriam morrer.
Então chega a bendita quinta-feira da 3ª semana... onde rolou um climinha aqui em casa por causa dos mosquitinhos. Onde a discussão rolava em torno do porque que eu ainda não havia matado os mosquitos, então resolvi encher o aquário por completo para afogar os mosquitos que ainda estavam vivos e assim poder lavar o aquário pois ainda teria os ovos...
Como era noite resolvi dormir, mas já tinha na cabeça o que faria no dia seguinte para resolver o problema. A idéia era colocar 1 ou 2 barbos dentro do aquário para que assim tudos se resolvesse de forma natural sem envolver qualquer química.
A morte do Musgo
Como normamente durmo muito tarde, acordo muito tarde, no dia seguinte (sexta-feira), acordei por volta das 11:00 da manhã, e logo encontro minha mãe que me diz: "acabei com sua criação de mosquito... quero ver eles sobreviverem agora... joguei água sanitária dentro do aquário...".
Me deu um aperto no coração, a unica reação que tive foi dizer: "você é louca". e corri com a mangueira e baldes para esvaziar o aquário e tentar salva os musgos... o pior nisso tudo era a sensação de impotência, pois nem poder mandar a pessoa para aquele lugar eu podia...
Então ao retirar toda água reparei que o musgo estava branco, naquele momento me subiu uma raiva tão grande (eu tava irado), que eu tive que sair de casa para não fazer merda... (não me perguntem pra onde eu fui nem o que eu fiz nesse dia, sei lá...). Só voltei a noite...
Eu só conseguia pensar em uma coisa, eu tive que esperar 4 anos para ver uma porçãozinha de musgo crescer o suficiente e agora tudo estáva perdido...
Não havia mais o que fazer, não tinha nada mais a ser dito ou explicado, confesso que fiquei sem chão, como alguém que está a tanto tempo acompanhando minha dedicação a esses aquários faz isso, e minha irmã ainda a alertou para não fazer, agora so me restava pensar em alguma solução para tal problema, mas como substituir tanto musgo? Eram 50 pedras, provavelmente cada uma consumiu uma porção destas que se vende nas lojas por R$10,00. Total do prejuizo R$500,00 reais
Mas o pior de tudo mesmo é que minha raiva não passava, mesmo sabendo que eram apenas plantas, a raiva não dissipava... levei pelo menos 3 semanas para voltar a falar com minha mãe...
No decorrer destas 3 semanas as pedras com o musgo tinham ficado dentro d'agua, e até então nada acontecia...
A ressurreição do Musgo
Um mês se passou eu ainda não tinha solucionado o problema, até que me veio a cabeça , tentar ressucitar o musgo. Já tinha lido em um fórum que o musgo de não lembro quem, mesmo depois de seco, ao ficar na água, voltou a vida... eu não tinha nada a perder, então coloquei umas pedras no aquário principal, e estas por lá ficaram sob melhor luz que a do outro aqua.
Acho que uma semana foi suficiente para notar a primeira ponta a nascer... imaginem a minha cara de alegria... imediatamente separei as pedras que estavam menos afetadas e as coloquei no aquário principal, estas últimas já apresentavam pontas novinhas, agora era necessário paciência, só aproveitei 22 pedras. Minha sorte é que, tive que colocar metada das pedras no aqua de 70L e a outra metade em vasilhas de lástico. Como a proporção de água para a quantidade de água sanitária era menor nas vasilhas, ali o musgo foi perda total... no aquário de 70L o musgo ficou desbotado mas ainda tinha leve cor verde e foi dai que tirei as melhores pedras...
Infelizmente meu desanimo foi tão grande que nem foto das pedras eu tirei (foi triste).
Mas enfim, problema aparentemente resolvido, comprei algumas plantas sugeridas nos fóruns em especial as que o Erivaldo Casado tinha sugerido e bola pra frente.
Eu falo demais, e já está tarde, amanhã eu tento colocar fotos e explicar outro problema que aconteceu após reinserir as pedras no aquário principal...
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sábado, 10 de maio de 2008
Tudo ou nada...
Minha idéia era dividir o aquário no meio com uma rede (tule), onde de um lado ficariam os barbos e do outro ficariam os Parotocinclos e o CAS, assim saberia que lado estava sendo comido, mas seria difícil fazer a divisão por causa dos troncos.
O Erivaldo perguntou se eu tinha visto uma maternidade na casa de outro amigo nosso o (bioleandro). Quando entendi do que se tratava, tive outra idéia que por sinal foi um fiasco, eu separei o CAS em uma maternidade feita com tule, e coloquei o cas dentro, assim se o musgo continuasse a ficar solto pelo aquário certamente os barbos eram os culpados. Infelizmente tive que desistir desta idéia pois o CAS não queria ficar dentro da maternidade e na tentativa de sair da rede, ficou com o nariz todo branco.
Antes----------------Depois
PH = 6,5------------PH = 5,8
GH = 1º-------------GH= >18 (parei com dezoito gotas)
KH = 2º------------- KH = 2º
Depois disso a água ficava verde muito rápido, então lembrei que tinha laterita e húmus no substrato e não tinha mais o musgo que estava nas pedras para ajudar no consumo de nutrientes.
Como minha mãe estava enchendo o saco, tive que rearrumar os troncos correndo...
Enquanto isso o musgo ficará no outro aquário até crescer...
sábado, 12 de abril de 2008
Barbo Sumatra (puntius tetrazona)
Ordem: Cypriniformes
Familia: Cyprinidae
Gênero: Puntius
Espécie: Puntius Tetrazona
Principais sinônimos: Barbo tigre, Barbo de Sumatra, Barbo Sumatra, capoeta tetrazona, sumatranos, sumatras, barbus tetrazona, puntius tetrazona.
Descrição: branco prateado a amarelo dourado. 4 faixas verde-escuras, quase negras, atravessando o corpo. As barbatanas anal e caudal são transparentes e avermelhadas. As ventrais são vermelhas. O contorno da dorsal, as barbatanas pélvicas e o seu focinho são vermelho- vivo. Existe também uma variedade despigmentada. Existem variedades de cores e variações naturais, em função da distribuição geográfica. Foram reproduzidas em cativeiro variedades verde musgo e albinos, e na natureza e estão localizadas populações com a segunda faixa cortada.
Habitat: Sumatra, Bornéu e Tailândia, vivem em Rios de água rápida.
Dimensões: 7 cm no seu habitat natural, em aquários não chega mais do que 4 ou 5 cm.
Nível do nado: meio do aquário.
Temperatura: (24-28) ° C.
Ph: 6,5 e 7,5.
Dureza: 8 º a 15 º dh GH.
Espectativa de vida : 3 a 5 anos.
Qualidade da água: clara e altamente oxigenada, de modo que eles precisam de uma excelente filtração e trocas regulares de água.
Aquário: Necessitam de um aquário com cerca de 100 L. Decoração com muito espaço para nadar, um substrato de cor escura os tranquilizará um pouco e, às vezes, eles gostam escavar o substrato e adoram corridas. O substrato e o fundo escuros realçam sua coloração.
Dieta: Omnivorous. Bastante comilões, inclusive os à obesidade, lhe vai bem todos os tipos de alimentos para peixes, em particular os vivos e alimentos frescos. Incluir suficiente legumes na dieta ou comerão todo o verde que verem. Eles adoram alimentos vivos.
Sociabilidade: Peixe extremamente activos que podem tornar-se terrivelmente irritante para peixes de hábito tranquilos, gostam de correr atras dos outros peixes e mordiscar as barbatanas de certos peixes por isso não deve ser misturado com peixes como (peixes bettas, guramis, acarás e neons), este último não vai conseguir comer pois os barbos são muito rápidos e devoram todo o alimento. Uma forma burlar esta desvantagem é colocalos em grupos de 10 ou mais exemplares de ambos os sexos. Como vive em grupos hierárquicos, sua atenção se concentrará na interação com os da sua espécie, reduzindo a inconveniência para os seus colegas de outras espécies. Cebritas, rasboras, outros barbos, kuhlii ou botias serão bons para uma comunidade com tetrazonas.
Dimorfismo sexual: As fêmes são maiores e mais redondas, apresentam cores menos vistosas e os flancos mais arredondados que o macho. Apresenta-se com o ventre arredondado assim que está prestes a desovar. O macho é mais pequeno e o seu corpo mais fino, têm um "nariz" vermelho brilhante de coloração avermelhada, enquanto que do sexo feminino é o mesmo tom que o resto do corpo.
Reprodução: Para a sua reprodução, a água deverá ter um GH abaixo dos 5,6º, kh menor que 3dh. PH entre 6,5 e 7, temperatura 28 º C. Um aquário de 30 a 40 litros é uma excelente maternidade desde que possua muitas plantas com folhas finas, uma boa camada de musgo de Java e um pequeno filtro num dos cantos do aquário.
Os pais desovam de 500 a 1.000 ovos aleatoriamente no substrato, então devem ser separados, pois comem ovos e alevinos. Os filhotes nascem em cerca de 24 a 48 horas, aceitam infusórios e ração triturada. O canibalismo é comum entre os filhotes, apenas cerca de 20 a 40% das crias sobrevivem até a idade adulta.
O n.º de ovos pode atingir os 600 que eclodem em 37 horas. Os ovos têm 1 milímetro de diâmetro e se pregarão nas folhas das plantas. Os alevinos continurão colados durante 2 dias após a eclosão, consumindo sua reserva vitelina. Em seguida, eles deverão ser alimentados com plâncton fino recolhido num charco de água não contaminado é um bom alimento inicial, infusório e acrescentando-se mais tarde artémia salina. Frequentes mudanças de água durante a cria dos alevinos, porque eles precisam de água de excelente qualidade. Como são muito comelões esses cuidados os farão crescer muito rápido, e poderão medir em duas semanas cerca de 1 centímetro, e com as suas linhas verticais perfeitamente visíveis.
O macho é extremamente agressivo com a fêmea durante o corte pode até matá-la.
Fontes bibliográficas:
alquimistadeacuarios->Barbo Sumatra
lojakoala->Barbo Sumatra
forumaquario->Barbo Sumatra
Relatos de Criadores:
aquahobby->Barbo sumatra 1
aquahobby->Barbo sumatra 2
aquahobby->Barbo sumatra 3
Minha experiência com Barbos (adicionado em 13 de julho de 2008)
- Para quem deseja um aquário bastante agitado, aconselho barbos. Quando eu coloco a mão dentro do aquário, eles correm para me mordiscar...
- Se você queiser ter barbos, aconselho não usar na decoração, musgo de java, pois ele fica com aparência amarelada, como se estivesse morrendo. Aconselho usar plantas de folha mais dura como, Microsorium, anubias, valisnérias, bolbits, etc...
- Os meus Barbos parece que têm medo do escuro, basta apargar a luz e eles começa a pular fora d'agua, o problema é que se você não tiver tapa, eles podem cair fora do aquário. Mas não se preoculpe, um dos meus barbos aguentou 15 minutos fora d'agua, enquanto eu tentava pegá-lo atrás do aquário. Outro caiu de uma altura de 1,5 metros e nem aparentou sentir nada. Como um amigo disse: "para matar um barbo só dando um tiro...".
- Comigo os peixes só atingiram a coloração avermelhada quando a água estava velha (1 mês sem TPA). Além de boa alimentação 3 vezes ao dia.
Habitat (adicionado em 13 de julho de 2008)
Fotos de montagens com Barbos Sumatra (adicionado em 13 de julho de 2008)
Vídeos Youtube (adicionado em 13 de julho de 2008)


































